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01/02/2016

Fotofosforilação acíclica e cíclica


Fotofosforilação acíclica e cíclica

Nos cloroplastos das células vegetais ocorre a conversão de energia luminosa em energia química. As reacções directamente dependentes da luz têm lugar ao nível da membrana dos tilacóides. Este processo inicia-se com a captação da energia luminosa nos fotossistemas.
Existem dois tipos de fotossistemas: o fotossistema I e o fotossistema II. O centro de reacção do fotossistema I é designado P700, pois absorve luz com comprimentos de onda próximos dos 700 nm, enquanto que o centro de reacção do fotossistema II é designado P680 por absorver luz com comprimentos de onda próximos dos 680 nm.
Quando a clorofila a dos centros de reacção fica excitada pelos fotões, liberta electrões, ficando oxidada. Esses electrões são captados por moléculas aceptoras de electrões que ficam reduzidas.
A síntese de ATP e de NADPH depende deste fluxo de electrões, que se inicia no centro de reacção dos fotossistemas. Este fluxo pode ocorrer de dois modos distintos:
– de forma acíclica – fotofosforilação acíclica;
– de forma cíclica – fotofosforilação cíclica.

O esquema seguinte representa a fotofosforilação acíclica.

A fotofosforilação acíclica produz quantidades idênticas de ATP e de NADPH + H+. Contudo, a planta necessita de maior quantidade de ATP do que de NADPH. Assim, as plantas, por vezes, realizam uma forma adicional de fotofosforilação na qual não se gera NADPH + H+. O processo que produz somente ATP envolve apenas o fotossistema I e designa-se fotofosforilação cíclica.




Neste processo de fotofosforilação cíclica:
– Os pigmentos do fotossistema I captam a energia luminosa que é transferida para a clorofila a do centro de reacção.
– A clorofila a excitada transfere os seus electrões para um aceptor (a ferredoxina).
– Os electrões percorrem uma cadeia transportadora, ocorrendo um conjunto de reacções de oxidação-redução que conduzem à libertação de energia, parte da  qual é usada para fosforilar ADP, formando ATP.
– No final da cadeia, os electrões voltam ao centro de reacção do fotossistema I, sendo por isso um fluxo cíclico de electrões.

Fonte: Biologia e Geologia 10 - 10.º Ano, Areal Editores

Impacto humano na biosfera


Impacto humano na biosfera

O impacto negativo que a humanidade tem vindo a causar na Biosfera deverá comprometer a qualidade de vida das gerações futuras.
Por que razão nos deveremos preocupar com as gerações futuras?
Algumas pessoas acreditam que só temos obrigações éticas para com a presente geração humana. Essas pessoas argumentam: “O que fez o Futuro por mim?”ou acreditam que não sabemos o suficiente sobre a condição da Terra nas futuras gerações para nos preocuparmos com isso.
De acordo com o biólogo David W. Ehrenfeld, o facto de nos preocuparmos com as futuras gerações o suficiente para não degradarmos o Ambiente é importante, na medida em que lhes fornecerá mais opções para lidarem com os problemas que lhe surgirão. Ehrenfeld argumenta que, se os nossos antepassados nos tivessem legado a degradação ambiental que nós, aparentemente, iremos deixar aos nossos descendentes, as nossas opções para a fruição de recursos, ou mesmo para a sobrevivência, teriam sido muito mais limitadas.
À pergunta, “O que podem as gerações futuras fazer por nós?”, Ehrenfeld responde:
“Elas dão-nos uma razão para tratar o nosso Planeta com respeito, para que as nossas vidas, bem como as deles, saiam enriquecidas”.
De acordo com este ponto de vista, ao usarmos os recursos naturais, estamos a “pedir um empréstimo” ao Planeta e aos nossos descendentes e, como tal, temos uma responsabilidade ética de o deixar em boas condições para as gerações futuras. Ao pensarmos nesta nossa responsabilidade, talvez devêssemos considerar a sabedoria que nos foi transmitida no século XVIII pela Conferência dos Nativos Iroqueses, Norte-americanos: “Em cada deliberação nossa, devemos considerar o impacto que as nossas decisões terão nas próximas sete gerações.”

Fonte: Miller, T. (1988). Living in the Environment. 13th Edition. Thomson. Pacific Grove (USA)

(adaptado

Estrutura trófica e pirâmides ecológicas

Fonte: Biologia e Geologia 10 - 10.º Ano, Areal Editores

Relações bióticas interespecíficas


Relações bióticas interespecíficas

Teoricamente, as populações de duas espécies podem interagir segundo vias básicas que correspondem a combinações de 0, + e –, em que 0 indica ausência de interacção significativa, + indica que a população beneficiou e – indica que a população foi prejudicada.

Observe o quadro seguinte: 
Fonte: Biologia e Geologia 10 - 10.º Ano, Areal Editores

Limites entre as placas tectónicas

O enquadramento geotectónico de certos fenómenos geológicos, como a sismicidade e o vulcanismo, permite relacioná-los com um determinado tipo de limites entre placas tectónicas. As placas litosféricas movimentam-se como entidades individuais e as interacções entre estas porções de litosfera ocorrem principalmente nas zonas de fronteira entre placas. De uma forma esquemática as interacções entre placas podem resumir-se a três situações distintas: a colisão, o afastamento e o contacto com deslizamento. Deste modo, os grandes acontecimentos geológicos estão intimamente ligados a este tipo de limites entre placas tectónicas.

Fonte: Geologia 12, Porto Editora

Morfologia dos fundos oceânicos


17/05/2015

Estrutura interna da geosfera

Sismologia

Vulcanologia

A Terra um planeta em mudança

A medida do tempo geológico e a idade da Terra

Métodos para o estudo do interior da geosfera

A Terra, um planeta a proteger

A Terra e os outros Planetas Telúricos

A formação do sistema solar

O ciclo das rochas